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Campus Avançado Porteirinha promove evento em comemoração ao Dia da Consciência Negra

Publicado: Segunda, 09 de Dezembro de 2019, 21h25 | Última atualização em Segunda, 09 de Dezembro de 2019, 21h30

Comemorado em todo território nacional, o Dia da Consciência Negra (20/11) relembra a importância de refletir sobre a posição dos negros na sociedade. A data foi escolhida como uma homenagem a Zumbi dos Palmares, que morreu neste dia, lutando pela liberdade do seu povo no Brasil.

Entendendo a importância de falar sobre este assunto, o Instituto Federal do Norte de Minas Gerais – IFNMG Campus Avançado Porteirinha promoveu para toda a comunidade escolara mesa-redonda intitulada “Consciência Negra: resistência e empoderamento”, com o objetivo de levar à comunidade escolar o conhecimento da cultura afrobrasileira e a valorização do povo negro como contribuinte de cultura, história, ciência, arte e educação.

Além disso, o momento suscitou discussões acerca dos problemas que atingem a população negra e formas de enfrentamento do racismo. O evento foi aberto pelo diretor do Campus Porteirinha, o professor Pedro Paulo Pereira Brito, que falou sobre sua experiência enquanto jovem pobre e negro, das dificuldades e superações vivenciadas.

 

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Em seguida, o Diretor de Ensino, professor Wilney Fernando Silva, que mediou os diálogos, apresentou as participantes para a Mesa-redonda: a historiadora Jacqueline de Oliveira, que apresentou a história da Escravidão no Brasil, bem como os povos africanos e promoveu uma discussão acerca dos conceitos de Racismo, Injúria racial e Discriminação, legislações e formas de empoderamento e resistência dos negros; a socióloga Jackeline Daianne Dias Oliveira, que trouxe o conceito (Mito) da Democracia Racial, falando sobre a desigualdade racial, bem como a violência contra a população negra que a coloca em uma situação desfavorável no Brasil; e, para completar a mesa, a vice-presidente da Federação Quilombola do Estado de Minas Gerais, Edna Correia, que é quilombola gorutubana e discutiu sobre algumas manifestações da cultura, da arte, da religiosidade e tradições dos povos remanescentes de quilombos; mostrou como as devoções e tradições dos povos das comunidades negras rurais constituem um eixo identitário fundamental à manutenção de toda uma cultura, fonte de saber e resistência.

 

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Para o Diretor de Ensino, Wilney Fernando, “momentos como esses são importantes, pois fortalecem o debate, propiciam a compreensão acerca do tema e constroem canais de formação e aprendizado sobre o mecanismo estruturante da sociedade brasileira”.

 

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