Portal IFNMG - Bolsistas de iniciação científica terão curso de inglês instrumental no próximo semestre Ir direto para menu de acessibilidade.
Portal do Governo Brasileiro
Início do conteúdo da página
Publicado: Quarta, 19 de Dezembro de 2012, 15h43 | Última atualização em Quarta, 19 de Dezembro de 2012, 15h43

Tatiane Carla Silva

Tatiane Carla Silva, aluna do curso de Agronomia do IFNMG, com a professora Tatiana Tozzi Martins Souza Rodrigues: bolsa para graduação sanduíche no Chile, por meio do Ciência sem Fronteiras

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação e a Diretoria de Educação a Distância do IFNMG irão ofertar, no próximo semestre, curso de inglês instrumental destinado a alunos que são bolsistas de iniciação científica.

O edital de seleção, para preencher as cem vagas a serem disponibilizadas, está previsto para fevereiro, quando será publicado neste portal eletrônico. O curso, todo na modalidade a distância, deve iniciar em março.

Segundo o pró-reitor de Pesquisa e Inovação, professor Rogério Mendes Murta, a intenção é favorecer a preparação dos alunos do IFNMG para concorrer a bolsas de graduação sanduíche no exterior pelo  programa Ciência sem Fronteiras. “Isso vai ao encontro de um dos objetivos da atual gestão, que é a internacionalização do nosso Instituto”, alega Rogério Murta. Para concorrer a bolsas do Ciência sem Fronteiras em determinados países, exige-se dos candidatos proficiência em língua inglesa.

Programa

Atualmente, o programa Ciência sem Fronteiras está com chamadas abertas para bolsas no ano de 2013, nos seguintes países: Suécia, Hungria, Noruega, Austrália, Alemanha, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Japão, Portugal e Reino Unido. As inscrições seguem até 14 de janeiro de 2013. Confira informações específicas de cada chamada.

Lançado em dezembro de 2011, o Ciência sem Fronteiras já concedeu cerca de 18 mil bolsas. A meta do programa é oferecer 101 mil bolsas até 2015. Serão 75 mil por parte do governo federal e o restante com ajuda da iniciativa privada. A expectativa até o fim deste ano é chegar a 20 mil bolsas, com investimento aproximado de R$ 1,12 bilhão.

Pelo programa, estudantes de graduação e de pós-graduação podem fazer estágio no exterior para manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, o Ciência sem Fronteiras tenta atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar, por tempo determinado, no Brasil.

Fim do conteúdo da página